quarta-feira, 11 de setembro de 2019

ARTE RUPESTRE ou Arte nas Cavernas

Prof. John Land Carth
texto com Direitos Autorais.
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A humanidade segundo as ciências atuais possui cerca de 40.000 anos, neste tempo passou por diversos períodos onde os humanos puderam aperfeiçoar sua cultura, seu conhecimento e suas tecnologias.

Os primeiros períodos foram bem rudimentares, com a fabricação de primeiros utensílios e elaboração de primeiras técnicas de sobrevivência. Falamos dos períodos paleolítico e neolítico. Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada foi o período onde o ser humano habitava cavernas, é precisamente desta fase que vamos encontrar vestígios do que consideramos “arte” pré-histórica.
A humanidade era, então, nômade, ou seja, não ficava permanentemente residindo em um mesmo lugar. Nômade (sem habitação fixa). A sobrevivência era basicamente da caça de animais; da pesca e da coleta de frutos e raízes. As ferramentas e “armas de caça” eram feitas de pedras e pedaços de ossos.

Nesta fase, os riscos e pinturas eram mais importantes para a comunicação entre os grupos do que a linguagem falada que, segundo os pesquisadores, deveria ser ainda pouco desenvolvida.

Com o passar do tempo, a humanidade entrou em um período conhecido como Mesolítico, um período pouco falado e que serviu de transição entre o Paleolítico e o Neolítico. Nele, o ser humano começou a se preocupar mais com a individualização dos grupos e iniciou as primeiras experiências na constituição de famílias, domesticação de animais e desenvolvimento da agricultura. Tornava-se pouco a pouco sedentário (que tem moradia fixa). Com o domínio de conservação e produção do fogo, as primeiras carnes assadas surgiram na alimentação. A caça e a pesca foram melhoradas e agricultura começou a determinar a possibilidade de sobrevivência em um mesmo lugar.

No Neolítico ou Idade da Pedra Polida, a sedentarização é consolidada, assim como a agricultura e a criação (reprodução) de animais também. Acontece um elevado desenvolvimento social e estabilidade dos grupos. Neste período já fica bem definida a função de macho e fêmea no núcleo familiar. As preocupações religiosas (extraídas da curiosidade sobre os fenômenos naturais) ficam mais evidentes e os primeiros objetos de metal começam a surgir. As primeiras divisões de função nos grupos que já viviam como comunidade são evidentes e se destacam as figuras do Caçador (guerreiro), dos líderes (chefes) e artistas (sacerdotes).

Segundo teóricos como Arnold Houser a função do artista tanto no paleolítico quanto no neolítico devia ser vista como um função mágica (não explicada) já que nem todos os homens e mulheres da época (como agora) eram capazes de executar, logo, deveria se comum que os artistas fossem associados como místicos ou sacerdotes com ligações espirituais incompreensíveis, mas muito necessárias.
É compreensível, portanto, que os melhores caçadores evoluíssem para clãs de guerreiros; os maiores líderes evoluíssem para governantes, juízes e organizadores de normas (leis) e os artistas evoluíssem para se tornarem religiosos. Com o tempo e de acordo com as culturas vamos observar que estes papéis se misturam e se confundem a ponto de termos as figuras dos monges-guerreiros; dos governadores-artistas e dos artistas-guerreiros.

Foi o trabalho arqueológico que nos trouxe os melhores exemplos da produção pictórica da época pré-histórica. No Paleolítico as pinturas rupestres (representações artísticas feitas em paredes de cavernas ou sobre rochas ao ar livre) eram produzidas com o sangue de animais, carvão, excrementos, seiva e terra. Representavam comumente cenas do cotidiano dos grupos que se abrigavam nas cavernas as vezes por longo período (cenas de caça, danças, trabalhos em grupo, formas humanas, mãos, relações sexuais e animais).

Do paleolítico também se preservaram esculturas feitas de argila, na maioria representando figuras femininas com formas rechonchudas e arredondadas, seios, quadris e ventres protuberantes que estão associadas à fertilidade e podem ter sido objetos de cultos à sexualidade.

As cavernas de Altamira e Lascaux são exemplos dos principais sítios arqueológicos em conservação de exemplos de pinturas pré-históricas. Altamira é uma caverna fica no município espanhol de Santillana del Mar, as pinturas e gravuras da caverna pertencem ao período de 32 000 a.C. Contém em Altamira tanto quanto em Lascaux (que fica na França), pinturas policromáticas (várias cores), gravuras, pinturas pretas, vermelhas e ocres que representam animais, figuras humanas e desenhos abstratos.

No Brasil, o melhor exemplo de manifestação artística pré-histórica esta no Sítio Arqueológico da Serra da Capivara em São Raimundo Nonato, no Piauí. Ali se encontra a maior quantidade de sítios arqueológicos, 912 sítios catalogados onde foram encontrados esqueletos humanos e pinturas rupestres. O Sítio Arqueológico da Serra da Capivara está dentro do Parque Nacional da Serra da Capivara Na cidade de São Raimundo Nonato fica o Museu do Homem Americano.

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

MEC atua para resolver situação das crianças venezuelanas estudarem no Brasil

O Ministério da Educação, em conjunto com a Secretaria Estadual de Educação e Desporto de Roraima, a Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Boa Vista e a Universidade Federal de Roraima (UFRR), realizou, em janeiro, uma força-tarefa para normalizar a documentação escolar de crianças venezuelanas que necessitem realizar matrículas em escolas brasileiras. Por meio de uma prova simulada, as crianças puderam ser avaliadas e niveladas para ingressar na rede de ensino brasileira.
"Nós temos uma base de conteúdo aplicada no Brasil inteiro”, explicou o secretário de Modalidades Especializadas de Educação do MEC, Bernardo Goytacazes de Araújo. “Mais ou menos a partir da idade de cada uma das crianças é possível identificar quais competências e habilidades elas têm condições de nos responder.”  
De acordo com o secretário, há uma atenção especial para a avaliação do nível de escolaridade das crianças venezuelanas. "Como elas fizeram a prova em língua portuguesa, nós colocamos à disposição um ledor que auxiliou na tradução ipsis litteris na interpretação dos quesitos para o espanhol. Ao aplicar essa prova, ao passar por esse nivelamento, a criança já seria matriculada na série correta e, assim, já teria condição de iniciar os estudos", completou.
Goytacazes reforçou também a necessidade do nivelamento ser feito ainda no estado de fronteira com a Venezuela. “Imagina cada estado do país ter que fazer o teste de nivelamento para duas, três crianças que estão em Roraima e querem ingressar na rede de ensino”, pontuou. “Então, isso foi solucionado para todas as crianças, pois, ao serem interiorizadas, elas vão para as cidades já com a série definida.”
A força-tarefa faz parte de uma missão do governo federal para atender aos refugiados venezuelanos, que envolve diversos órgãos, como o Exército Brasileiro, o Ministério da Defesa e a Receita Federal. O MEC entrou nesse esforço conjunto com a visita, em janeiro, do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, ao estado de Roraima.
Na ocasião, o ministro se colocou à disposição do governo estadual para auxiliar no processo de alfabetização das crianças em idade escolar vindas da Venezuela. A partir dessa visita, tiveram início os testes de nivelamento para regularizar a documentação escolar das crianças. A ação teve resultado: o estado registrou 2.024 novas matrículas concluídas na rede estadual de janeiro para cá. Com esse crescimento, hoje Roraima conta com mais de três mil crianças venezuelanas matriculadas e niveladas para serem transferidas a outras redes estaduais.
A secretária de Educação de Roraima, Leila Perussolo, comemora os resultados. Segundo ela, há uma real necessidade de ação do estado e do MEC em relação à regularização da documentação escolar das crianças venezuelanas, para que elas possam ingressar nas escolas brasileiras. “Nós tivemos aqui recentemente uma visita do MEC, que veio verificar a situação da imigração no estado de Roraima. Hoje, nós estamos com muitas crianças venezuelanas que estão com seus pais em abrigos ou em casas de amigos que os acolheram”, diz. “A preocupação é atender essas crianças, tanto na rede estadual quanto na rede municipal, e fazer com que, dentro desse processo da regularidade da escolarização básica, essas crianças tenham cumprido a sua escolaridade conforme normas brasileiras”.
Segundo Leila, um levantamento mostrou que hoje existem mais de seis mil crianças venezuelanas em idade escolar, entre 6 e 17 anos, nas redes estadual e municipal de Roraima. "Hoje, nas duas redes, nós estamos atendendo 6.460 alunos venezuelanos com documentação regularizada para o ano de 2019”, concluiu.
Existe mais de 6 mil crianças em idade escolar nas redes escolares de Roraima. A intenção é que elas cumpram a escolaridade conforme as normas brasileiras (Foto: Divulgação/Secretaria de Educação de Roraima)
Vagas ociosas – Aos adolescentes venezuelanos com idade superior a 18 anos, já aptos a concluir o ensino médio, está sendo aplicada uma avaliação específica de finalização para dar a certificação do ensino médio, a exemplo do que ocorre com o Exame Nacional para Certificação de Competência de Jovens e Adultos (Encceja). “Com essa conclusão do ensino médio, o jovem se habilita a concorrer às vagas ociosas que a Universidade Federal de Roraima pode vir a ter ou a oferecer a eles”, explica o secretário Bernardo Goytacazes
“A regularização nesses casos também já está sanada. Seja em Roraima ou qualquer outro estado, esse jovem também já vai possuir a documentação escolar necessária. Ao receber esse refugiado, espera-se que todos lhe deem plena condição de dignidade, inclusive no acesso ao ensino de qualidade”, comemora o secretário de Modalidades Especializadas de Educação do MEC.
Assessoria de Comunicação Social do Portal MEC

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

EDITAL BOAS PRÁTICAS EM ERER - Projetos sobre diversidade étnico-racial serão premiados



Escolas públicas e privadas da educação básica e instituições com programas de formação de professores que tiverem projetos sobre diversidade étnico-racial e combate ao racismo poderão inscrever seu projeto no primeiro Concurso de Boas Práticas na Temática Educação para as Relações Étnico-Raciais. O certame é promovido pelos ministérios da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), e dos Direitos Humanos, por meio da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.
O edital com as regras foi publicado na terça-feira, 31, e as inscrições devem ser feitas entre os dias 18 de setembro e 2 de outubro pelo portal do MEC. O objetivo é identificar, premiar e divulgar projetos desenvolvidos em escolas públicas e privadas de educação básica que trabalham com a questão da diversidade de etnias e de raças.
Os projetos inscritos devem estar em conformidade com as condições do edital e integrar um processo desenvolvido ao longo do ano letivo de 2017, refletindo um trabalho sistemático e contínuo que fortaleça a construção de uma sociedade mais justa, igualitária, diversa e plural. O resultado será divulgado no dia 11 de dezembro deste ano.

Confira o edital do concurso.

Assessoria de Comunicação Social/MEC

Simpósio Nacional Negro, Afro-religioso e Quilombola - 28 a 30 de agosto



segunda-feira, 30 de abril de 2018

Você nunca viverá tanto seus pais quanto seus filhos



Por John Land Carth

Os filhos não conhecem seus pais realmente, apenas pensam conhecer, pior ainda, desfrutarão pouco desses pais do período que nascem até sua entrada na vida adulta.
O que os filhos veem dos pais é uma caricatura do que realmente são, porque desde o momento na gestação homem e mulher começam a tecer de si mesmos qual deverá ser seu comportamento dali por diante; vão moldando sua personalidade para se colocarem no papel social padrão que a sociedade convencinou para eles, a partir de então, um bocado cada vez maior de medo e de responsabilidade forjam seres novos que nada têm a ver com o original.
Os homens começam a exigir de si a permanente figura do herói improvável que precisa garantir proteção, sustento, caráter, educação, saúde, exemplos... As mulheres na sua vez, colocam a roupagem de heroínas, tentar balancear todas essas coisas que o marido exige de si, acrescentando manter o equilíbrio dentro do lar; no relacionamento conjugal; prevendo  ameaças reais ou oníricas...
Assim, aos filhos, desde cedo são apresentados seres fantásticos e fantasiosos, seres que não sofrem, não se frustram, não têm passado e não desejam outra coisa de futuro que não seja um sucesso absurdamente perfeito para os filhos.
Então, como seres que não erram, não precisam ser perdoados; como seres que resolvem tudo, não precisam de compreensão... Estão sempre corrigindo, apontando, determinando, prevendo, cobrando... Os anos passam, aos poucos as armaduras se racham e os filhos, já na adolescência perdem a crença e admiração dos pais da mesma forma que deixam de acreditar em coelhos de páscoa ou no velho Noel, raramente filhos vão considerar o que aquelas fantasias tentam argumentar... É que para os filhos os pais perdem as máscaras, são descobertos, sentem-se enganados, mas para os pais, inocentes, continuam a desejar e pensar que os filhos continuam olhando-os como na infância, infalíveis.
Na roda das idades, filhos se tornam pais, vestem suas fantasias (sempre irrepreensíveis) e os pais viram avós... A diferença é que os avós não precisam de máscaras com seus netos, usam a roupagem ideal, são avós e pronto! Os netos os veem frágeis, ficar doentes, precisar de ajuda, chorar e ficarem tristes tanto quanto se divertem com suas histórias do passado e como tratavam seus aqueles que agora são pais.... Riem, se divertem com e não raro os verão partir da Terra com indizível saudade.
É por isso que não é difícil ver um neto indignado com o pai ou mãe por destratar ou desconsidera o avô, a avó. Netos conseguem amar os seres humanos reais que sempre existiram e que os filhos nem sempre tiveram tempo de conhecer. Então, se você ainda é filho, filha, procure reconhecer os seres frágeis, humanos, carentes e inseguros que estão embaixo da máscara de “super” para amá-los como são, eles passam rápido. Se você é pai, mãe, ao menos um pouco, deixe-se ver pelos filhos como é, com receios, falíveis, sobrecarregados, seja já um pouco de avô, avó com seus próprios filhos.

terça-feira, 4 de julho de 2017

ENCEJA

Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja). O exame será aplicado em outubro.

Leonardo teve que optar muito cedo por trabalhar para ajudar a mãe, que enfrentava problemas com a dependência química. O pai, nunca conheceu. As questões familiares acabaram influenciando sua decisão em não seguir com os estudos, da qual se considera arrependido hoje, já que acredita que sua vida teria sido diferente.
Mas o estudante prefere olhar para frente e, com o incentivo dos professores, cursa o oitavo e nono anos, no Centro Estadual de Educação Básica para Jovens e Adultos, em Campo Comprido (PR). Leonardo tem planos para depois da certificação pelo Encceja. “Dessa vez, vou terminar o ensino médio; quero fazer faculdade de psicologia”. A escolha decorre da percepção de que há muitas pessoas “desanimadas” com seus trabalhos e Leonardo quer usar a psicologia para incentivar outros a buscarem realização.
Edital – O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou na última segunda-feira, 26, o cronograma do Encceja para este ano, que será realizado no Brasil e no exterior. A publicação do edital está prevista para 24 de julho e as provas no Brasil devem ser realizadas no dia 8 de outubro. Já o edital voltado àqueles que estão no exterior foi publicado nesta sexta-feira, 30, com provas em 10 de setembro para o público regular e de 11 a 22 de setembro em unidades prisionais.
Com as melhorias no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) anunciadas após consulta pública, no início deste ano, a função de certificação do ensino médio voltou para o Encceja, como ocorria até 2009. O exame também será aplicado para a certificação do ensino fundamental.
Podem se inscrever pessoas com, no mínimo, 15 anos de idade completos na data da realização das provas que desejam a certificação do ensino fundamental. Aqueles que queiram pleitear a certificação do ensino médio terão que ter, no mínimo, 18 anos completos no dia do exame.
As provas serão aplicadas em um único dia, nos turnos matutino e vespertino. Cada avaliação será composta por 30 itens de múltipla escolha com quatro alternativas de resposta. O Encceja é voluntário e gratuito. O Inep é responsável pela elaboração das provas, gestão da aplicação e correção. A emissão dos documentos certificadores é de responsabilidade da secretaria estadual de educação ou instituição educacional que firmar termo de adesão com o Inep.
Mais informações sobre o exame estão disponíveis no portal do Inep.
Acesse o edital do Encceja Exterior 2017 na edição desta sexta-feira, 30, do Diário Oficial da União.
Da Assessoria de Comunicação Social/ MEC

RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS EDUCAÇÃO E SOCIEDADE

Ensaios panorâmicos da sociedade

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terça-feira, 30 de maio de 2017

PUC-RS recebe 7º Fórum Nacional de Museus a partir desta terça-feira

29.05.2017
Principal evento do setor de museus realizado no Brasil, o 7º Fórum Nacional de Museus começa nesta terça-feira (30), em Porto Alegre (RS), e prossegue até dia 4 de junho. Promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), autarquia vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), o evento vai reunir museólogos, gestores, pesquisadores, estudantes e demais interessados na área de museus e memória no Brasil. 
A participação nas atividades do Fórum é gratuita – mediante entrega de 1 kg de alimento não perecível no ato de credenciamento. As inscirções podem ser feitas durante o evento, que está sendo realizado no Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

programação prevê três conferências internacionais, nove painéis, com 27 convidados nacionais e estrangeiros, oito minicursos, apresentação de 49 trabalhos de pesquisadores, além de grupos de trabalho, reuniões paralelas, atividades culturais e feira temática. 
Organizado a cada dois anos, o encontro deste ano tem como tema " Proteção e Promoção de Museus e Coleções". A iniciativa segue recomendação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), aprovada em 2015 a partir de uma sugestão brasileira. 
Na programação, ainda aparecem reuniões específicas, como as de Pontos de Memória e da Rede de Educadores de Museus, além de atividades culturais, como exposição de artesanato, lançamento de publicações e visita a museus da capital gaúcha. Durante todo o evento, haverá um espaço de estandes com produtos relacionados à cadeia produtiva dos museus. 
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail forumnacionaldemuseus@museus.gov.br ou pelo site do Fórum
Assessoria de Comunicação Social
Ministério da Cultura
Com informações do Ibram